Autocarros

Será que já alguém reparou nos rituais que envolvem os autocarros?
Primeiro há o posicionamento na fila que deve ser cumprido respeitosamente na ordem porque se algum movimento nosso dá a ideia de que nos vamos colocar num lugar da fila que não o último vários olhos nos perseguem. Depois a entrada no autocarro, essa marcha lenta qual procissão dos sítios urbanos, dá a cadência á revista dos documentos válidos para transporte. Chega então o momento de nos sentarmos, aqui a variedade de comportamentos impera, no entanto conseguem-se distingir alguns casos típicos: os velhotes que se sentam sempre na frente, de preferência nos locais reservados para grávidas, pessoas com crianças de colo ou deficientes físicos (um post para estes dias); já os jovens vão o mais para trás que conseguirem, procurando normalmente o lugar junto á janela para não serem incomodados sempre que alguém quer sair; também existe quem goste de ficar sempre nos lugares mais afastados da janela para não terem que pedir licença a ninguém quando querem sair, mas que ao mesmo tempo têm que se levantar sempre que alguém se senta a seu lado.
Eu gosto dos lugares para um único passagueiro, junto á janela (têm que se junto á janela) e de preferência o mais perto possivél da porta. Os autocarros não me convencem.
A imagem mostra os autocarros em Lourenço Marques. Talvez nestes eu não quisesse estar ao pé da porta!
Primeiro há o posicionamento na fila que deve ser cumprido respeitosamente na ordem porque se algum movimento nosso dá a ideia de que nos vamos colocar num lugar da fila que não o último vários olhos nos perseguem. Depois a entrada no autocarro, essa marcha lenta qual procissão dos sítios urbanos, dá a cadência á revista dos documentos válidos para transporte. Chega então o momento de nos sentarmos, aqui a variedade de comportamentos impera, no entanto conseguem-se distingir alguns casos típicos: os velhotes que se sentam sempre na frente, de preferência nos locais reservados para grávidas, pessoas com crianças de colo ou deficientes físicos (um post para estes dias); já os jovens vão o mais para trás que conseguirem, procurando normalmente o lugar junto á janela para não serem incomodados sempre que alguém quer sair; também existe quem goste de ficar sempre nos lugares mais afastados da janela para não terem que pedir licença a ninguém quando querem sair, mas que ao mesmo tempo têm que se levantar sempre que alguém se senta a seu lado.
Eu gosto dos lugares para um único passagueiro, junto á janela (têm que se junto á janela) e de preferência o mais perto possivél da porta. Os autocarros não me convencem.
A imagem mostra os autocarros em Lourenço Marques. Talvez nestes eu não quisesse estar ao pé da porta!

1 Comments:
Pois...Eu também prefiro os de um banco só, junto à janela...Não tenho quem me chateie nos dias em que gosto de estar sozinha...Mas às vezes até gosto de meter conversa com as velhinhas da paragem!Lololo!
beijo
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